Confira!

"O que significa ser feminista no século XXI?Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres?Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Meio sol amarelo. "A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente." Chimamanda Ngozi Adiche ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância, Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: 'Você apoia o terrorismo!'". Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e - em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que odeiam homens e maquiagem - começou a se intitular "uma feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens". Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade.

Autor: Chimamanda Ngozi Adichie
Gênero: Ensaio 
Número de páginas: indefinido*
Data de publicação: 2014* 
Editora: Companhia das Letras
Outros detalhes: O livro foi lido em formato digital e-book Kindle, de maneira que se torna impossível informar o número de páginas e o local de publicação.



Olá, loucos por leitura. Acho que esse post vai levantar algumas polêmicas, porque resolvi falar um pouquinho sobre alguns tipos de livro que eu não gosto muito e que raramente (ou nunca) fazem parte da minha estante ou da minha lista de desejados. Mas desejei mostrá-los para vocês, porque mesmo que eu tenha a vontade de experimentar diversos gêneros e estilos, existem alguns que ainda não conheço tão bem, que realmente não gosto, ou contra os quais possuo alguma espécie de resistência.
"Mas Lethycia, você não fez um post sobre preconceito literário? Não disse que precisamos parar com isso?". Eu disse sim, e hoje, depois de um ano que aquele post foi publicado, eu vejo  que também tenho meus preconceitos e implicâncias, e acho que será legal falar sobre eles. É possível que no futuro, com mais maturidade, eu queria experimentar aquilo que não conheço tão bem, e então passe a gostar. Por isso esse post vai ser muito impostante!



Olá, loucos por leitura!
Decidi criar uma nova coluna aqui no blog, onde mostrarei para vocês alguns itens curiosos da minha estante. Não vou estabelecer um período correto para esse tipo de post. Eles serão realmente bem aleatórios, e a única regra será mesmo ir apresentando aos poucos alguns dos meus livros. Mas diferente de uma indicação ou resenha, eu não vou falar do conteúdo do livro, e sim de algumas características que fazem com que ele seja diferente dos outros.
Estou começando essa coluna hoje, e o livro que escolhi para o post é um caso curioso que eu já quis mostrar em um vídeo, mas sempre ficava adiando. Como o blog tem muito mais visitas que o canal, decidi apresentá-lo por aqui mesmo. Até porque, a câmera do meu celular novo vem ajudando muito na hora de tirar fotos para os posts e o Instagram.
Esse post estará cheio de imagens, então lembre-se de clicar por cima de qualquer uma delas para ampliá-las.


Finalmente me preparei para fazer o post mensal com a resenha para o desafio 12 meses de Poe. Como avisei anteriormente, acredito que o vídeo torna a resenha mais rápida e dinâmica, e combina muito bem com a rapidez da leitura de um conto.
O conto deste mês, intitulado Hop Frog, era totalmente desconhecido para mim, e achei muito positivo o fato de a Anna Costa ter escolhido divulgá-lo. Assista ao vídeo abaixo (que está bem mais curto que o anterior), e veja se gostou:


Olá, leitor! E então, sua estante anda ficando cheia e bagunçada? Você já se cansou da forma que seus livros estão distribuídos nas prateleiras? Então, o post de hoje é para você!
Hoje, vou mostrar aqui alguns jeitos muito legais de organizar os livros nas prateleiras, incluindo aquele que eu uso atualmente. Você com certeza vai se identificar com algum deles, e vai se sentir motivado(a) a mudar sua organização.


Quem nunca esteve cheio de expectativas ao começar um livro, mas acabou vendo que não era como pensava, e parou de ler? Mesmo pessoas como nós, apaixonadas por leitura, enfrentamos isso de vez em quando. Pode ser que a narrativa seja lenta; pode ser que a edição tenha problemas de revisão incômodos; pode ser que o estilo de escrita do autor seja uma novidade para você, e te desagrade; pode ser até mesmo algum conflito ideológico com algo que acontece na história, ou algo em que o escritor pareça acreditar. E então ficamos com aquele conflito interno: insistir mais um pouco, ou largar de vez?
O objetivo desse post não é dar uma opinião definitiva, mas apenas dizer o que eu penso sobre isso.


Posso dizer que as melhores leituras da minha vida foram entre meus 13 e 16 anos. Nessa época, tive acesso a bibliotecas escolares com acervos maravilhosos, e também comecei a conhecer melhor a literatura brasileira. E eu digo e repito: pretendo algum dia reler boa parte deles!
Foi mais ou menos nessa época, durante minha adolescência, que diversifiquei minhas preferências literárias, descobri a riqueza da literatura brasileira, me angustiei com histórias assustadoras, me encantei com crônicas extremamente simples, e dei gargalhadas com o humor dos autores. Foi também nesse período que li com maior frequência e em maior quantidade. Até hoje ainda sinto certa nostalgia da velocidade com que terminava um livro, e das longas listas anuais de leitura que eu fiz.


"Acabei de fazer matrícula na faculdade, e agora?". É possível que você tenha chegado à faculdade assim que nem eu, sem saber muito bem como as coisas iam acontecer quando as aulas começassem. Eu estou fazendo o curso que sempre quis, e amo de verdade, mas minha adaptação foi muito difícil, porque eu simplesmente não sabia nada sobre o mundo acadêmico. E um dos maiores problemas foi relacionado às leituras obrigatórias, com as quais eu tive que aprender a lidar. Falei um pouquinho sobre isso no vídeo abaixo, que foi um dos primeiros no canal:


Algum tempo atrás, fiz um post crítico sobre os downloads gratuitos de livros, dando ênfase para o pouco acesso que os brasileiros têm à leitura. Grandes livrarias, como Saraiva, Cultura, Leitura e Fnac estão presentes apenas nas maiores cidades do país, dentro de shoppings. Na falta delas, restam os sebos e bibliotecas públicas (estas existem em quantidade insuficiente, e nem sempre são bem-cuidadas pelos governos locais). Quanto às compras online, nem todo mundo se beneficia com elas, pois o preço do frete varia muito de acordo com a região do país, e as promoções de frete grátis quase sempre contemplam apenas as regiões Sul e Sudeste (para as quais o frete já é normalmente barato).
Hoje, decidi voltar para falar de um outro problema muito comum no Brasil, que é quando a leitura não é incentivada. Lembra do Ministro da Cultura falando que o baixo índice de leitura dos brasileiros era uma vergonha? Ele mora em Brasília, centro de poder do país, onde não faltam livrarias. Mas, se você mora em uma cidade interiorana, fica meio difícil comprar seus livros, não é verdade?
E mesmo se você mora em uma grande cidade, mas fora do eixo econômico-político-turístico do país, as coisas continuam sendo não tão legais assim. Goiânia, onde eu moro, é um bom exemplo disso.


A Blogagem Coletiva do mês da março na Liga Blogesfera está simplesmente linda, toda voltada para o Dia Internacional da Mulher, que é amanhã. E o tema para blogs literários não poderia ser melhor! É por isso que preparei esse post com o maior capricho, e com toda a alegria. Eu precisei de uma boa preparação para consultar todas as minhas lembranças de livros lidos, a fim de poder organizar os diferentes tópicos desse post.
Por favor, encare a lista abaixo como uma recomendação de leituras maravilhosas:

Fonte: Reprodução. Mundo Literário da Cecy.
O post de hoje vai funcionar mais ou menos como uma TAG. Vou explicar direitinho:
O Prêmio Dardos foi criado em 2008 pelo escritor Alberto Zambadi, criador do blog Leyendas de "El pequeño dardo" El sentido de las palabras. É um selo virtual, criado com o objetivo de selecionar e indicar bons blogs, merecedores de uma espécie de prêmio, que no caso é a indicação. O selo serve também para reconhecer o trabalho dos blogueiros, transmitir princípios culturais, literários, éticos, pessoais, etc.
Fui indicada pelo blog Mundo Literário da Cecy, que de vez em quando aparece por aqui nos comentários, e que já indiquei em algumas TAG's.


A Sessão 10 é a coluna onde faço aquelas listas divertidas, sempre com um assunto novo. Dessa vez,  eu quis aproveitar a chance de falar sobre um assunto diferente, que é aquilo que as pessoas pensam sobre nós, leitores. O objetivo é desmistificar um pouco a imagem que as pessoas têm sobre nós leitores, e que acaba gerando alguns preconceitos e estereótipos.

10 coisas que as pessoas pensam sobre nós leitores:


1- Sabemos absolutamente tudo sobre livros: Acredite, nós não sabemos. Bem que gostaríamos disso, mas não dá. Então nós não conhecemos os lançamentos do mês de todas as editoras, não sabemos quais as obras literárias mais importantes de cada país, e existem incontáveis livros dos quais nós nunca ouvimos falar, mas agradeceríamos se alguém viesse nos falar sobre eles;


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