Confira!



Olá, louco por leitura! Você está se deparando agora com o segundo post da mais nova coluna fixa do blog: essa música daria um livro. No início de junho, lancei o primeiro post dessa coluna, no qual apresentei minha proposta. Mas vou repeti-la aqui, para quem não leu o post inicial.
Essa música daria um livro nasceu a partir de uma vontade muito antiga que eu tinha de escrever sobre música aqui no blog, e quando percebi que era possível associar música e livros, finalmente concretizei esse desejo. A partir daí surgiu a ideia inicial de fazer posts sobre músicas que contam histórias, sobre o que essas músicas significam pra mim, e sobre como eu imagino que essas histórias seriam, caso alguém escrevesse um livro se inspirando em uma dessas músicas.
Eu sei que parece maluquice, mas acredite, funciona!
A música escolhida para hoje é Romance no deserto, de Fagner. 



A última segunda-feira, 25 de julho, foi o Dia do Escritor. A ansiedade de publicar minha reportagem sobre o trabalho de blogueiros e youtuber's era tanta, que acabei não publicando nada especial aqui no blog, apesar de ter compartilhado várias postagens na fanpage do blog. Mas eu fiquei atenta à data, e passei um bom tempo me questionando o que poderia preparar para publicar por aqui, mesmo com dois dias de atraso.
E acabei chegando à conclusão de que o melhor seria escrever algo voltado para escritores iniciantes, que é um grupo de pessoas no qual me encaixo. Em vários, blogs, sites e canais devem ter sido publicados textos, imagens e vídeos homenageando escritores consagrados. Portanto, decidi me voltar para aqueles entre nós que têm menos visibilidade: os que são pouco conhecidos e também os que ainda nem chegaram a publicar.



Estranhou o título e a imagem do post de hoje? Pois você acaba de se deparar com a maior novidade do blog! Nesse fim de semestre, tive que realizar para a faculdade uma reportagem aprofundada, com tema livre. Acabei optando por escrever sobre um assunto pelo qual eu me interesse muito, porque, afinal, diz respeito a uma atividade que eu desempenho: a produção de conteúdo na internet.
Minha maior intenção com essa reportagem era quebrar alguns estereótipos a respeito do trabalho de blogueiros e youtuber's, mostrando como trabalham, que tipo de dificuldades enfrentam, como são capazes de influenciar a opinião pública e como apostam na discussão de temas relevantes para a sociedade, criando um debate com seus seguidores. Ainda dei atenção à grande diferença entre os blogueiros que se tornaram celebridades e aqueles cujo trabalho gera repercussão normal, além dos preconceitos que muitos de nós enfrentam perante a sociedade.
Para valorizar o texto escrito e as entrevistas concedidas pelas minhas fontes, decidi publicar a reportagem na íntegra aqui no blog. A partir de agora, você confere esse trabalho feito com todo o carinho. E lembre-se: você pode clicar nas imagens para ampliá-las.


Hoje, é dia de conferir a minha resenha do conto do mês para o desafio literário 12 meses de Poe. O desafio foi criado pela Anna Costa, e a proposta é ler um novo conto de Edgar Allan Poe a cada mês. Estou participando desde janeiro, e daqui até dezembro, farei resenha de todos os doze contos.

"A marca na parede e outros contos reúne alguns dos textos curtos mais significativos da obra de Virgínia Woolf. Escritas entre 1917 e 1941, as histórias foram produzidas, em sua maioria, no conturbado período do entreguerras, sob o impacto de mudanças cujos ecos tiveram efeito direto na experiência sensível da escritora. Em "Uma sociedade", a autora refuta o lugar intelectualmente inferiorizado conferido às mulheres na época; "Segunda ou terça" narra impressões do cotidiano de maneira nada óbvia; "O vestido novo" mostra ao leitor a investigação típica de Wolf acerca do sentido e forma dos fluxos de consciência. Cada um destes contos dá provas da grande qualidade literária que fez de Virgínia Woolf uma das mais importantes escritoras do século XX."

Autora: Virginia Woolf
Gênero: Contos
Número de páginas: 288
Local e data de publicação: São Paulo, 2015
Editora: Cosac Naify
Tradução: Leonardo Fróes



Sei que já faz um bom tempo que não preparo um novo post para a coluna de Dicas de Português e Escrita, que eu não alimento com muita frequência, mas que faz sucesso aqui no blog. Mas hoje, decidi retomar essa coluna com um assunto que vem fazendo falta aqui no Loucura Por Leituras: a minha experiência com a escrita. E nesse caso, falarei ao mesmo tempo de uma coisa muito interessante para escritores iniciantes: os concursos literários.


Quem é que não gosta de dar boas garaglhadas? De vez em quando, depois de uma leitura bastante densa ou cansativa, depois de livros que exigem um pouco mais de atenção e cuidado para serem bem compreendidos, é sempre bom darmos um tempo recorrendo a uma leitura mais leve e divertida. E nada melhor do que unir isso a muito senso de humor!
Estou de volta com a Sessão 10, na qual preparo listas temáticas, sempre relacionadas àquilo que todos nós amamos, isto é, a leitura!

Muito senso de humor


Para a lista de hoje, selecionei alguns dos livros mais divertidos que já li. Não foi proposital, mas acabei percebendo algo muito interessante: quase todos eles foram escritos por brasileiros. Esse é um aspecto muito interessante para observarmos na nossa literatura. Muita gente não sabe, mas a literatura brasileira está repleta de obras divertidas e com muito senso de humor. E é isso que veremos daqui pra frente.

1- O grande mentecapto - Fernando Sabino


Este livro talvez seja o mais conhecido do escritor brasileiro Fernando Sabino, e tem o curioso subtítulo de Relato das aventuras e desventuras de Viramundo e de suas inenarráveis peregrinações. Ele relata a vida de Geraldo Viramundo, um personagem extremamente divertido, e de certa forma, maluco, que costuma ser comparado ao Dom Quixote. Viramundo percorre diversas cidades do Estado de Minas Gerais, vivendo as aventuras mais inusitadas que se pode imaginar, e conhecendo todos os tipos de pessoas. Ele tem o grande sonho de mudar o mundo, e suas aventuras durante essa viagem interminável são muito divertidas.

2- O pagador de promessas - Dias Gomes


O pagador de promessas foi a primeira peça teatral publicada em forma de livro que eu li, e é sensacional. Um homem muito simples faz uma promessa, e ao ter seu pedido atendido, precisa pagá-la. Ele então sai de sua propriedade rural acompanhado pela esposa, carregando uma cruz, que deve ser levada até uma igreja de Santa Bárbara, em Salvador. Devido ao forte sincretismo religioso presente no Brasil, a promessa foi feita a Iansã, uma orixá da mitologia africana, que é associada a Santa Bárbara. E por causa disso, o pobre homem que carregou uma cruz do interior até a capital da Bahia encontra todos os empecilhos do mundo para cumprir sua promessa. Além disso, todos na cidade tentam de alguma forma tirar proveito dele e da esposa, que são pessoas muito ingênuas. Apesar de tratar de questões sérias, como o preconceito de religião, toda a história é hilária.


3- Hilda Furacão - Roberto Drummond


Hilda Furacão já fez parte de um post antigo na Sessão 10, há muito tempo. A premissa deste livro é bem simples: no ano de 1964, acompaha a vida de três amigos com personalidades diferentes, que conheceram a famosa Hilda Furacão. Ela, uma garota de classe média, que frequentava lugares elegantes na cidade de Belo Horizonte, abandonou uma vida muito confortável para se tornar prostituta, e acaba ficando muito famosa. Grande parte da narrativa gira em torno da curiosidade das pessoas sobre os motivos que levaram Hilda a tal decisão. Mas além de tudo isso, os três amigos diferentes possuem muita história para contar, e Roberto Drummond faz isso de forma genial, prendendo o leitor do início ao fim.

4- Quase memória - Carlos Heitonr Cony



Em Quase memória, o escritor Carlos Heitor Cony nos conta diversas histórias da vida de seu pai, o jornalista Ernesto Cony Filho. Tudo começa quando, misteriosamente, ele recebe um pacote que o fazia se lembrar de tudo sobre seu pai. É a partir daí que as lembranças são despertas, e então nasce um livro que é ao mesmo tempo romance e livro de memórias. Ernesto Cony é um homem excêntrico, sistemático e cheio de esquisitices, e tinha sua forma própria de demonstrar amor e dedicação à família. Recomendo muito essa leitura!

5- Contos e crônicas para ler na escola - João Ubaldo Ribeiro



Esse livro foi a primeira resenha do ano de 2016 aqui no blog. Como o próprio nome já diz, é uma antologia de contos e crônicas escritos por João Ubaldo Ribeiro. São textos escritos em épocas diferentes e publicados de maneira separada, e só depois reunidos para a publicação deste livro. Nas crônicas, Ubaldo Ribeiro nos apresenta algumas lembranças de sua infância e juventude, como por exemplo as superstições de seu pai para garantir que a Seleção Brasileira ganhasse jogos na Copa do Mundo. Ou então, o fato de que seu avô, um homem "das antigas" não aceitava de forma alguma a existência da televisão. Os contos também são muito engraçados: Em Abusado Santos Bezerra, o maior destaque do livro, o protagonista é um policial brasileiro muito esperto e folgado, chamado para colaborar com uma investigação de alta importância nos Estados Unidos. A história toda é repleta de cinismo e ironia.

6- A morte e a morte de Quincas Berro D'água - Jorge Amado

Não estranhe o título. A morte e a morte de Quincas Berro D'água relata as "duas mortes" de um homem. Ele abandonda o emprego e a vida tradicional em família para então viver da forma que realmente gostava: na boemia da cidade de Salvador, ao lado dos bêbados, mendigos e prostitutas. Em determinado momento, em circusntâncias que não posso explicar, as pessoas que conheceram acreditam que ele tenha morrido, e quando ele está sendo velado, seus amigos de farra acreditam que ele esteja ainda vivo. E enquanto festejam, na beira da praia, é quando acontece a sua segunda morte. Como todo livro de Jorge Amado, os personagens tipicamente brasileiros são a garantia de muitas risadas.

7- O guia do mochileiro das galáxias - Douglas Adams


Se você pensou que esse livro não entraria na lista, não entre em pânico! Ele está aqui, e foi uma das primeiras resenhas que fiz no blog.
O Guia do Mochileiro das Galáxias é uma história de ficção científica, em que o alienígena Ford Prefect é enviado à Terra para fazer pesquisas de campo para a próxima edição de uma guia de viagens pelo universo. Ele e seu melhor amigo humano, Arthur Dent, acabam escapando da destruição da Terra, e no espaço, vão viver as situações mais malucas que é possível imaginar. O Guia do Mochileiro das Galáxias é o primeiro volume de uma série, e toda a história é divertida e cheia de curiosidades e momentos hilários. Estou recomendando apenas o primeiro volume, mas você pode confiar que toda a série é incrível.


8- Os 100 melhores contos de humor da literatura universal - autores diverdos


Mais um daqueles livros cujo título nos apresenta as informações essenciais. Esse livro, organizado por Flávio Moreira de Lima, resgata e apresenta 100 contos escritos em diferentes épocas da humanidade, por escritores de diferentes nacionalidades. Desde antes de Cristo, até o século XX, as histórias selecionadas por Flávio Moreira são engraçadas de maneiras diferentes. Mas caso você queira conhecê-las e entender por que estou dizendo isso, pode conferir a minha resenha deste livro.


9- O homem que matou Getúlio Vargas - Jô Soares


Escrito pelo apresentador de TV brasileiro Jô Soares, O homem que matou Getúlio Vargas é a história de um terrorista muito bem treinado e extremamente inteligente, que tinha apenas um defeito: era muito desastrado. Antes de vir ao Brasil, ele teve um histórico interessante em atentados na Europa, tendo sido quase responsável pelo assassinato do Arquiduque Francisco Fernando da Áustria (fato que foi o estopim para o início da Primeira Guerra Mundial). Mas um incidente o atrapalhou, e quem cometeu o crime foi outra pessoa.
Em sua trajetória, o persnagem deste livro passa por muitas aventuras hilárias, próprias de uma leitura daquelas que a gente não consegue largar.


10- Meu pai fala cada m*rda - Justin Halpern


E para quem procura por uma leitura leve, rápida e cheia de momentos de riso, o último item dessa lista é a escolha certa. Meu pai fala cada m*rda é um livro escrito pelo americano Justin Halpern. Quando Justin voltou a morar com seu pai, ele criou um perfil no Twitter, onde postava as frases divertidas de seu pai. Sam Halpern é um homem completamente desbocado, que fala tudo o que pensa, sem a menor preocupação com o que os outros vão pensar. No livro Justin resgata a relação entre pai e filho de forma muito divertida, contando histórias de sua infância, adolescência e vida adulta, em que seu pai transmitiu sua "sabedoria humorística" de forma sempre inusitada e constrangedora. É literalmente um livro para chorar de rir. Você pode conferir algumas frases hilárias de Sam Halpern na resenha do livro.


Esse post tinha a intenção de recomendar bons livros divertidos e engraçados, em gêneros diferentes. Espero que você tenha gostado das indicações. Conhecia algum deles? Ficou curioso? Conta pra mim!

Por: Lethycia Dias

"Crônicas de Redenção reúne contos da saga homônima que respondem e complementam fatos de Redenção - livro um: Legionella tais como: qual foi a última guerra na terra e como conquistamos a paz? Ou, quem são os metrovinos e como fieram para sobreviver? Ou, ainda, como foi a infância do bioterriorista Valker Kipsang. Mas Crônicas pode ser lido de forma independente em relação ao livro que inicia a saga. Se lido antes servirá de introdução a esta. Se lido depois, ajudará a compreender alguns faros enriquecendo o conhecimento do universo criado por Costa. Além de entreter, a obra de M. A. Costa leva o leitor a refletir sobre a essência humana e os caminhos que a humanidade insiste em seguir, apesar de sua privilegiada capacidade de evolução como espécie de nós como indivíduo."

Autor: M. A. Costa
Gênero: Contos
Número de páginas: 194
Informações adicionais: publicação independente; obra cedida pelo autor.

"A rica narrativa de Cicatrizes na Parede se inicia com Enitan, um orgulhoso guerreiro yorubá, sequestrado com a sua família em 1830 nas savanas africanas, vendido como mercadoria no porto de Biafra e embarcado em um navio negreiro para cumprir a sua sina de escravo reprodutor em uma enorme senzala no Brasil, semeando de negros, pardos, mulatos e cafusos os vastos canaviais dos Campos dos Goytacazes, fertilizados com o sofrimento e o suor dos negros escravizados. Uma saga que se desenrola em condições brutais, baseada em pesquisas históricas, fatos reais ficcionados e fatos fictícios que traduzem a dura realidade do preconceito de cor e social até os tempos atuais, mostrando a trajetória dos negros em um caleidoscópio de personagens fortes e passagens marcantes, que levam o leitor a passear como privilegiado voyeur pelos bastidores dos solares, das senzalas, dos prostíbulos, do cárcere, da homossexualidade, da prostituição, da violência, das drogas e da aids, até os elegantes salões da sociedade campista, espelho de um Brasil colonizado com o trabalho e o sacrifício alheio.

Autor: Esdras Pereira
Ilustrações e capa: João de Oliveira
Gênero: Literatura brasileira
Número de páginas: 252
Local e data de publicação: Rio de Janeiro, 2016
Editora: Autografia
Informações adicionais: obra cedida pelo autor.




É interessante como algumas reflexões surgem dos momentos mais inusitados. Elas parecem estar rondando nossa mente, à espreita, há muito tempo, até que surja o momento em que a tal reflexão julga adequado realizar um pouso emergência sobre o terreno pensante. É quando ela toma conta de tudo, tornando-se urgente, assumindo uma importância que em outra ocasião não pertenceria a ela.
Segunda-feira, 27 de junho de 2016. Aula de Produção de Texto Jornalístico II, fim do intervalo. Na sala de reuniões do Laboratório da Comunicação, enquanto a maior parte da turma ainda não voltou para a apresentação dos seminários, e eu e a Profª Angelita Lima conversamos. A conversa toma um rumo inesperado, e ela me pergunta se já li o Número zero, de Umberto Eco. Digo que não, por não haver outra resposta. Mas o livro estava na lista de leitura, alguma dia eu leria Umberto Eco, etc. Talvez ela tenha pensado que nesse momento eu estava tentando impressioná-la.
A Profª Angelita faz um breve resumo do livro: redatores que se reúnem com a intenção de criar um jornal com objetivo de manipular completamente o público, em todos os sentidos. Desde o planejamento, todos estavam cientes de que tal jornal não teria a intenção de informar, e toda a atuação e o trabalho em torno da realização deste trabalho giraria em torno do objetivo principal: a difamação, a mentira e o conteúdo duvidoso.
Já havíamos estudado os Padrões de manipulação na grande imprensa, no livro homônimo do jornalista brasileiro Perseu Abramo. Com aquela pequena exposição de minha professora, eu vislumbrava os padrões de manipulação do início ao fim, em um livro literário de um escritor consagrado mundialmente. Tive vontade de dizer a ela que a partir desse momento, o livro ganhava destaque na minha lista de desejados e subia vertiginosamente, alcançando altas posições de desejo consumista.
Os outros alunos iam chegando, aos poucos, e se deparando com aquela conversa no fim, da qual sinceramente não me lembro nem da metade. A aula foi retomada, e durante as quase duas horas que se seguiram, eu tive outras coisas para me concentrar. Entretanto, mais tarde, aquela menção à minha lista de desejos voltou ao meu pensamento.
Estamos falando de uma lista que não existe de forma física, pois há muito tempo já desisti de anotar todos os livros que desejo ler. E apesar disso, eu a imagino como um longo catálogo de futuras leituras, no qual os livros estão organizados de acordo com a forma que seu conteúdo me atrai. Devem existir critérios que façam com que um livro seja mais desejado do que outro, e considerado mais ou menos urgente. A forma que foi escrito, as recomendações que já recebi, o assunto abordado, a própria fama do autor... E de acordo com o momento que vivo e com a minha atual maturidade de leitura, os critérios devem ser reavaliados, fazendo com que certo título alcance uma posição privilegiada na lista, se sobressaindo aos demais. É então que a minha vontade de ler tal livro torna-se urgente, o desejo torna-se consciente, e digo a mim mesma: "Eu preciso ler!" De uma hora pra outra, o extenso conjunto de futuras leituras, elaborado em algum recanto do meu subconsciente, ganha vida própria.
Por vezes, um livro do qual ouvi falar há muito tempo, e do qual já estava completamente esquecida, salta à superfície. A lembrança é desperta... Pelo quê? Eu não saberia dizer em todas as ocasiões. Mas aquela antiga vontade de leitura retorna à mente, aquela avidez por conhecer. O título estava em algum lugar profundo, oculto por inúmeros pensamentos de outras importâncias, até o momento em que decidiu vir à tona.  Abram alas! Será está minha nova aquisição! É com este que a coleção será ampliada!
Em outros momentos, a classificação que eu mesma não compreendo bem volta a ser inconsciente. Sigo acreditando que meus desejos urgentes dizem respeito apenas aos títulos que possuo em casa e àqueles que planejo comprar no próximo mês. Os livros de anos atrás, as recomendações feitas por professores, amigos, blogueiros e youtuber's desaparecem, para que eu acredite que não estão lá. Por quanto tempo? Impossível saber.
Quem haverá de compreender as impulsos de uma leitora como eu?

Por: Lethycia Dias

"Natasha Fernandes era uma menina comum, de vida confortável e monótona, até encontrar um misterioso amuleto, que mudaria drasticamente sua realidade. As fantasias que ela imaginava existirem somente em fábulas se tornam realidade: o amuleto abre uma passagem que a conduz abruptamente para outro mundo. Agora, em outra dimensão Natasha tentará ser firme e manter as esperanças de um dia retornar, para novamente encontrar sua família e seus amigos. Enquanto isso, luta para sobreviver aos perigos e desafios existentes em Enfynie, um planeta em outra dimensão repleto de vida inteligente e criaturas fantásticas."


Autora: Patricia Fagundes
Gênero: Fantasia
Número de páginas: 426
Local e data de publicação: Barueri (SP), 2014
Editora: Novo Século - Coleção novos talentos da literatura brasileira
Informações adicionais: Obra cedida pela autora em parceria.

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